domingo, 24 de maio de 2009

Santa Sara Kali: A Deusa Vive!



Escrevo esse post reiterando que o paganismo sobrevive a evolução contemporânea.
Os costumes, as tradições, a essência da Deusa em nós sobrevive sempre. Enquanto eu estava processando esse post, recebo o seguinte torpedo de Aninha de POA: " Estou numa festa cigana p Santa Sarah ta lindu tu deveria estar aqui..."
Entonces Aninha, eu lembrei de Santa Sarah, e como ia esquecer?
Hoje 24 de maio comemora-se o dia de Santa Sara Kali, padroeira do povo cigano. Não irei contar lendas, apenas salientar que Sammy que pertence a todas as tribos é cigana por natureza. E não apenas pela aparência.

"Santa Sara, pelas forças das águas

Santa Sara, com seus mistérios,

possa estar sempre ao meu lado,

pela força da natureza.

Nós, filhos dos ventos, das estrelas e da lua cheia,

pedimos a Senhora que esteja sempre ao nosso lado;

pela figa, pela estrela de cinco pontas;

pelos cristais que hao de brilhar sempre

em nossas vidas.

E que os inimigos nunca nos enxerguem,

como a noite escura, sem estrelas e sem luar.

A Tsara é o descanso do dia-a-dia,

A Tsara é a nossa tenda.

Santa Sara, me abençõe;

Santa Sara, me acompanhe.

Santa Sara, ilumine minha Tsara,

para que todos que batam a minha porta

eu tenha sempre uma palavra de amor e de caminho.

Santa Sara, que eu nunca seja uma pessoa orgulhosa,

que eu seja sempre a mesma PESSOA HUMILDE !!!"


Essa belíssima Oração é de autoria de

Ana da Cigana Natasha & Edileuza da Cigana Nazira

e está publicada na pág. VII do Livro:

"Mistérios do Povo Cigano" - Editora Pallas 3a Ediçao/1998 - Rio de Janeiro/RJ

www.editoras.com/pallas/afrobrasil


Fiz questão de postar essa bela oração para que os católicos, espiritualistas, neo-paganistas, wiccans, ateístas, umbandistas, candomblecistas, protestantes, percebam que sempre estamos falando de um espírito grandioso e feminino que intercede por nós, representado pelas águas, pelo ar, pela terra sagrada, pela fertilidade, pela mãe sagrada que acolhe e consola.


E cada povo dá o nome correto a entidade espiritual que representa essa força grandiosa da Grande Mãe.

Em todo o lugar encontramos representantes, sacerdotizas, santas, espíritos, mulheres como eu e outras que vocês conhecem que representam com honra a Grande Mãe, a maternidade, o consolo, o acalanto, a força destruidora e regeneradora, o ciclo, a roda da vida, a roda da fortuna.

Um Salve a todas as Deusas, filhas da Grande Mãe.

Um Salve ao Povo Cigano, filhos de Gaia, com sua alegria, música, sabedoria e beleza.

Um Salve a Santa Sarah Kali.

Um Salve a Nossa Senhora de Caravaggio, que é comemorada dia 26 de maio, outra representante da Deusa.

Um Salve a nós mulheres, nossa força maior que é o amor: que tudo crê, tudo perdoa, e sempre espera, conscientes de nosso poder, nossa responsabilidade e nosso dever com a Grande Mãe Gaia.

Que para tanto devemos consagrar nossa feminilidade, nossos corpos, nosso espírito.

Entregarmo-nos com nossa Soberania ao masculino, para que ele possa de fato ser Rei.


Boa Segunda a Todos!


quinta-feira, 21 de maio de 2009

Anjo de Luz, Anjo de Trevas


Um Anjo veio .
Num dia ensolarado.
Mostrar que minha vida é plena.
Mostrou-me com carinho e paciência, que tudo vale a pena.
Brindou-me com sua esperança.
Iluminou meu rosto e provou a beleza de minha alma.
Aqueceu meu espírito.
Provou meu corpo.
Com a certeza de que mesmo se ele fosse embora, outro Anjo viria.
Ele foi embora, para sempre, antes que o sol mostrasse seu explendor.

Outro Anjo veio.
Numa noite de lua calma.
Mostrar que o Anjo do Sol estava certo.
Mostrou-me com carinho que jamais estaria só.
Brindou-me com a esperança.
Na escuridão conseguiu provar a beleza de minha alma.
Provou meu espírito.
Aqueceu meu corpo.
Sem nenhuma certeza de ir ou de ficar.
Ele foi embora, num dia de sol radiante, antes que a noite voltasse.
Não avisou se outro Anjo viria.
Não disse Adeus como o Anjo do Sol.
Seria eu também um Anjo?

terça-feira, 12 de maio de 2009

Aprendizados de Sammy: O Egoísmo

"O choque, que o homem experimenta, do egoísmo os outros é o que muitas vezes o faz egoísta, por sentir a necessidade de colocar-se na defensiva. Notando que os outros pensam em si próprios e não nele, ei-lo levado a ocupar-se consigo, mais do que com os outros. Sirva de base às instituições sociais, às relações legais de povo a povo e de homem a homem o princípio da caridade e da fraternidade e cada um pensará menos na sua pessoa, assim veja que outros nela pensam. "(Fenelon)

"O egoísmo vem do instinto. Pode, portanto, ser astuto e sagaz, porém, nunca inteligente. " (Vinicius)


Sammy entrou em inferno astral no último dia 9. Ou seja, conforme a astrologia, o mês anterior ao nosso aniversário caracteriza nosso inferno astral.
Todavia, Sammy já deixou claro, aqui mesmo nesse Blog que não teme os infernos, pois é como Perséfone. Sammy comeu as sementes de Romã.
O tema do post de hoje é relevante, pois Sammy está se defrontando com o Egoísmo. Eu entendo muito bem sobre o tema, pois foi ele, o Egoísmo que já levou Sammy outrora ao mundo de Hades.
O caminho do egoísta é a solidão.

"O egoísmo social é um começo de sepulcro." (Victor Hugo)


Hoje Sammy quase agiu de forma egoísta por se contaminar com um egoísmo alheio. Sim eu ia fazer isso. Mas Sammy aprendeu sempre que quem pensa é o cérebro não o coração. E como não sou impulsiva, penso muito nos meus atos, resolvi refletir e pensar no meu egoísmo.
A frase de Fenelon, primeira citação desse meu post coube como uma luva e atendeu meus anseios. Sim, não posso sacrificar um belo trabalho pelo meu egoísmo.
Não posso privar as pessoas do meu riso contagiante, minha alegria de vida, da minha voz, do meu canto, da minha amizade, do meu ombro, simplesmente porque o egoísmo alheio afetou meu ser.
E também não devemos nos acomodar achando que sendo egoístas ficaremos melhores. Muito pelo contrário, acabamos nos vingando e estendendo nosso fel a quem somente nos ama, do jeito egoísta que somos.
Ser egoísta é um auto castigo.
É dar atestado de incompetência, de pessimismo, de desacreditar que existem pessoas maravilhosas que não vemos, ou que estão a surgir nas nossas vidas.
Nada é por acaso.
Quem passa em nossa vida sempre nos ensina algo.
Eu aprendi muito hoje. E estou feliz por mais uma vez, não ter sucumbido ao lado negro da força.
A minha querida amiga Bruna, meu amor sincero, minha força. Pessoa fantástica que não se permitiu contaminar com o egoísmo alheio, que foi capaz de vir a pé (o ex-marido roubou o carro dela) até minha casa consolar Sammy, com dinheirinho somente para uma carteira de cigarros...
Aos demais amigos meu carinho, obrigada por fazerem de mim um ser não egoísta. Amo vocês.
Aos amigos companheiros de canto: vocês são parte de minha família.
A alguém especial, cheio de confusão e tormentos, mas que eu amo muito, deixo essas frases:

"Diz-se que o egoísmo não sabe amar, mas também não sabe deixar-se amar." (Astolphe de Custine)

"Não se sustenta nos atos da vida o critério pessimista que só o é a dissimulação do egoísmo." (Benito Pérez Galdós)

Beijos da Sammy!







quarta-feira, 6 de maio de 2009

Qu'est-ce que signifie "apprivoiser" ? Problemas de GC...

Pessoas amadas. Pessoas queridas. Pessoas do mundo de Sammy. Antes de continuar o post, peço um attimo para duas coisas:
Coisa 1: Desculpem-me pelo sumiço necessário. Muito tumulto, Sammy precisava dormir mais, centrar-se mais e tomar decisões. Rever conceitos, organizar o mundo interior e os eus que gritavam. Não apenas meus como de outras pessoas.
Coisa 2: Parabéns ao querido Sid/Marwin pela passagem de seu aniversário. Adoraria estar aí, tomando um Chivas e comendo comida sem carne (argh..., sacrifícios para amigos...)
Buenas, acredito que o frio dos pampas está a minha porta. Minha estação predileta. De lagartear ao sol, de casaco de lã, óculos escuros - estação muito fashion - e um bom chimarrão.
Fiz algumas redescobertas. E a principal foi: que eu preciso estar inteira, integrada, para continuar sendo eu mesma.
Passando pela crise de identidade comum a qualquer ser sensível por natureza, e, principalmente, passeando pelas crises de identidade de todos os esquizóides que a mim cercam, percebi que SOU MAIS IMPORTANTE do que imaginava.
E compartilho isso com meus amigos, nesse post por um motivo bem simples. Não quero dizer que eu seja mais importante que alguém e sim que SOU IMPORTANTE, e isso basta. E talvez alguém lerá essas palavras e perceberá que também é um ser importante. Mas há um porém...
Ah, esse porém...
A crise de Sammy se deu pelo fato dela ser importante para muitas pessoas. Reconhecer isso não foi nada fácil, pois se descobre a responsabilidade que temos pelos laços que criamos.
E eu fico pensando que aí reside, através de usufruto vitalício, todos os problemas de relações humanas.
Os problemas de relações humanas existem nesse círculo vicioso: ser importante -> ser responsável ->ser importante -> ser responsável ad infinitum.
Pois ao sermos importantes, o somos não apenas para nós mesmos, e sim para quem a gente cativa, a gente se faz necessário.
E de contrapartida, como diria minha grande amiga/namu/não sabemos mais quase ex do marido, a Bruna: Geramos Carência e também sofremos de GC.
Mas o que importa? Poderá alguém dizer.
Importa e muito. Essa responsabilidade é maior do que se imagina. Matematicamente, a partir do momento em que cometemos um ato do tipo GC (Gerar Carência) - estamos criando um sistema caótico de repetições exponenciais, onde a pequena pedrinha desce pela encosta cheia de neve e provoca uma avalanche. Uma avalanche de GC. Onde o ser que sofre o ato e é abandonado, acaba por repetir o processo com seus próximos, realimentando a carência coletiva.
É isso minha gente. Vivemos num mundo completamente carente de tanto as pessoas importantes gerarem carência e não alimentá-la mais. Gerar carência por gerar é uma forma de contaminar o ambiente com lixo. Os carentes vão fazendo mais carentes. E a equação de GC, que tenderia ao infinito positivo, acaba esbarrando no limite inexistente da divisão por zero. Ou seja: sem saída. Em suma: looping.
Nesse período de ausência virtual, dediquei-me um pouco mais a determinadas coisas e pessoas. E percebi que eu simplesmente não poderia me afastar de nada em prol do que quer que fosse. Com muita satisfação, percebi que meus amigos são meus amigos de poucos meses e de muitas décadas. Alguns de alguns milênios. (os milenares geralmente são complexos, esquizóides e muito confusos....)
Que pessoas que estavam longe aparecem de tempos em tempos e requerem um attimo meu. E elas tem esse direito. E eu tenho a obrigação de dar o quinhão de atenção a elas.
A frase do título do post foi retirada do livro Le Petit Prince, de Saint-Exupéry.
E lendo o trecho abaixo, percebe-se que ele concorda com Sammy, ao demonstrar o quanto somos importantes e com isso tornamos os outros importantes...
Fica aqui o questionamento de Sammy a todos: porque Gerar Carência pura e simplesmente? Para que plantar rosas se não são capazes de cultivá-las?
Se são incapazes de compartilhar?
Lembrei-me de uma reportagem sobre um grupo de amantes de orquídeas que recolhiam orquídeas dos lixos. Podavam, cuidavam e criaram um belo jardim de orquídeas abandonadas. Simplesmente porque os donos de orquídeas não sabiam podá-las, elas deixavam de dar flores, eles as desprezavam e compravam outras em seu lugar, que teriam o mesmo destino das anteriores. Eram seres incapazes de ter orquídeas. E seria tão simples entender as orquídeas...
Não abandonem suas orquídeas, pois o problema está na sua forma de agir e não nelas.
Cultive, cuide, alimente, nutra, dê luz.
São elas que enfeitarão sua vida.
São os amigos que mostrarão as belezas de se viver.
São esses amigos orquídeas que tornam você importante, porque você os torna importantes.
E num momento determinado, esse amor será maior.
Economize seu tempo com flores novas e cuide bem das que você já tem.
Caso contrário, nunca terá nada no seu jardim, pois você não espera que elas crescam...
Seja paciente e aproveite cada detalhe.
Não se antecipe.
Não tema as rosas.
Não tema as orquídeas.
Não tema os amigos.
Não tema AMAR e SER AMADO.
Não tema Ser AMOR!

Qu'est-ce que signifie "apprivoiser" ?

..."

si tu m'apprivoises, ma vie sera comme ensoleillée.
Je connaîtrai un bruit de pas qui sera différent de tous les autres.
Les autres pas me font rentrer sur terre.
Le tien m'appellera hors du terrier, comme une musique.
Et puis regarde! Tu vois là-bas, les champs de blé?
Je ne mange pas de pain. Le blé pour moi est inutile.
Les champs de blé ne me rappellent rien. Et ça, c'est triste!
Mais tu as des cheveux couleur d'or.
Alors ce sera merveilleux quand tu m'auras apprivoisé!
Le blé qui est doré, me fera souvenir de toi.
Et j'aimerai le bruit du vent dans le blé...

Le renard se tut et regard longtemps le petit prince :

S'il te plaìt... apprivoise-moi, dit-il.

Je veux bien, répondit le petit prince, mais je n'ai pas beaucoup de temps.
J'ai des amis à découvrir et beaucoup de choses à connaìtre.

On ne connaìt que les choses que l'on apprivoise, dit le renard.
Les hommes n'ont plus le temps de rien connaìtre.
Ils achètent des choses toutes faites chez les marchands.
Mais comme il n'existe point de marchands d'amis,
les hommes n'ont plus d'amis....

Voici mon secret. Il est très simple:
on ne voit bien qu'avec le coeur.
L'essentiel est invisible pour les yeux.

L'essentiel est invisible pour les yeux,
répéta le petit prince, afin de se souvenir.

C'est le temps que tu as perdu pour ta rose qui fait ta rose si importante.

C'est le temps que j'ai perdu pour ma rose...
fit le petit prince, afin de se souvenir.

Les hommes ont oublié cette vérité, dit le renard.
Mais tu ne dois pas l'oublier.
Tu deviens responsable pour toujours de ce que tu as apprivoisé.
Tu es responsable de ta rose...

Je suis responsable de ma rose..."
répéta le petit prince, afin de se souvenir.

Si tu veux un ami, apprivoise-moi!"


Beijão de Sammy a todas as rosas e orquídeas do jardim.

domingo, 19 de abril de 2009

Minha tribo: humanidade. Minha pátria: Planeta Terra.



"Reloj de campanas, tócame las horas, para que despierten las mujeres todas. Porque si despiertan todas las mujeres irán recobrando, sus grandes poderes. Reloj de campanas, tócame de prisa, para que despierten las sacerdotisas. La que lleva el aire, la que lleva el agua, la que lleva ofrendas a la pacha mama. La que lleva el fuego nuestra madre tierra, que eso necesita la mujer guerrera. Reloj de campanas, tócame las horas, para que despierten las mujeres todas. Porque nuestra Tierra, Gaia, necesita, que canten y bailen al son de la risa"

Hoje, dia 19 de abril, Dia do Índio, chuvoso e frio de outono gaúcho.
Abro esse post com uma canção, recebida da Nati, menina bruxônica linda, que se encontra no México.
Nesse dia de índio, Sammy pensou, pensou muito sobre esse lado tribal de Sammy, tão forte e tão presente.
O lado Tribal que faz Sammy gostar de ser matriarca, de ser bruxa, de valorizar a Grande Mãe. De ser mulher plena, com seus ideais.
Ao mesmo tempo que Sammy é Tribal, e como disse o amigo Ivan: estilo galinha que gosta de seus pintinhos embaixo das asas. Sammy nunca fica sozinha, porque a tribo de Sammy é global.
Sammy tem tribo onde for. Seja aqui, seja fora do Brasil. Sammy encontra pouso, encontra acolhida, acolhe também onde quer que vá.
É tão maravilhoso isso. Reconhecer-se como parte de tudo e de todos.
Na Sexta trabalhei bastante, e deu tempo de visitar uma amiga bruxônica, que mora perto da Jana. A Fátima, lindona, descendente de egípcios e com um pé na Jordânia (ou seria Palestina?).
Tomamos café: Sammy, Bruna, Jana e Fátima. Íamos fazer a vacina da febre amarela. Essa cidade está terrivelmente apocalíptica, parece que as pragas do Egito vieram para cá. Ou seria Murphy? Pois bem: Murphy entrou em cena e vacina somente na segunda. Sammy não vai fazer. Azar essa tal de febre amarela silvestre. O Lindão/Bonitão/Tudão também disse que não vai fazer, pois não fica doente e não toma nem aspirina há uns dois anos. Em fim, o chá com minha amiga bruxônica foi "ótemo". Recebemos visita da vigilância sanitária. Sim, tem foco de raiva no bairro da Jana. (Ainda bem que não moro mais lá. rsrsrsrs).
Mico da Jana: Sair correndo da cozinha gritando aos moços da vacina da raiva: eu preciso de vacina. Sim, pessoas, ela fez isso. Achamos que ela tinha "achado" que era vacina da febre amarela, mas não, ela queria vacinas para os cachorros dela.
Os rapazes tomaram café com a gente e sairam. Levamos Jana em casa para aplicar a vacina.
A noite ensaio de coral, jantar com a Namu Bruna e com o Lindo Tudo.
Sammy se divertiu muito. Precisava, pois meu lado workaholic está a mil. Noite lindona, matei saudades do Lindão que estava fora. Por isso pularemos para sábado a tarde.
Apartamento de Bruna. Lindo Tudo deixa Sammy lá a tarde. (Desculpa não te ajudar de manhã, Namu, mas foi por uma causa estilo Tudão, você entende, né?).
Jantamos camarão lá. Gente eu não sirvo para descascar camarão, "disculpa" Namu Bruna. Em compensação brinquei um montão com o Pedrinho. A noite: jantar no apartamento de Bruna. Convidados: Jana e Thiago, Sammy (Lindão não pode ir, ainda bem, porque ia passar fome. Fora o camarão, o resto do cardápio era composto de coisas que nascem de plantas, ou seja, nada que ele coma), Nelci e Neusa.
Hoje, o programa de Sammy foi visitar a I Feira Internacional de Artesanato de Caxias do Sul/RS - Mãos da Terra.
Entonces, vai Sammy feliz de irmã da Menina Júlia. Bem isso: Sammy, Menina Júlia, Neide e Sadi pais de Menina Júlia e pais emprestados de Sammy, que hoje tinha no máximo 17 anos. rsrsrsrs. Comentário de Menina Júlia: Vamos, eu preciso de uma companhia adolescente para visitar a feira.... rsrsrsrs.
E lá vamos nós, de trancinhas, brinco de penas, pulseiras, coisa hippie, bem tribal e máquina fotográfica.
A feira estava muito bonita, bem organizada. A população estava em massa. Os estantes continham os nomes dos países de origem. O estante predileto foi o da Guatemala, com bolsas lindas bordadas. E pasmem: o da Rússsia. Ahhh, aquelas bonequinhas, caixinhas de ícones com iluminuras douradas. Miniaturas, ovos de cristal. Momento dramático: Sammy pergunta o que era algo parecido com uma arma e uma colher. O moço responde: 10! Sammy percebe: ele não entende português. Menina percebe que o Russo falava inglês. Sammy pede em Inglês e ele responde metade em inglês, metade em italiano....rsrsrsrsrs.
Pausa dramática 2: Sammy se encanta por uma pulseira de madrepérolas do estante cubano. O moço cubano fala em espanhol com Sammy. Sammy entendeu tudo, e avisa que hoje está apenas olhando. O moço cubano pede para Sammy voltar, comprar outra coisa que leva a pulseira de brinde. Sammy diz que volta.
Pausa dramática 3: Os pais de Menina Júlia se perdem de nós. Azar. Na saída a gente acha eles... rsrsrs.
Pausa dramática 4: Sammy esquece o dinheiro em casa e perde de comprar um casaco Mexicano de lã lindo com um Lobo em Jackard.
Pausa dramática 5: Sammy e Menina Júlia precisavam de uns 500 reais para comprar tudo de lindo que viram, no entanto, quem manda na cabeça de Sammy é o cérebro. Não podemos gastar, não vamos gastar. Vamos olhar e se divertir.
Resultado: Murphy apareceu por lá, quando íamos comprar fondue de chocolate com morangos. A moça chega a nós, dizendo; meninas o morango acabou de acabar. Isso mesmo: os morangos não apenas acabaram, como acabaram de acabar bem na nossa vez de comprar. Não é pleonasmo. É Murphy!
As fotos ficaram legais demais. O colorido das peças, aliados ao bom humor sarcástico de Sammy e Menina Júlia, deixaram um dia chuvoso que teria tudo para ser um programa de índio, como um dia maravilhoso de índio.
Pausa dramática: Na entrada do Pavilhão de eventos, na rampa, Sammy jura que o chão tremeu. Foi como se tivessem empurrado o chão para cima. Falei e ninguém notou. De repente fez novamente. E, novamente ninguém notou. Dentro do espaço da feira, uma senhora Guatemalteca me informa que sentiu diversos tremores durante a feira, e que, inclusive, as demais colegas somente acreditaram quando viram os brincos chacoalhando nos estantes.
Entonces, fica o alerta de Sammy: Pavilhões da festa Nacional da Uva estão com o chão tremendo. Isso faz lembrar que o local fica exatamente na área onde ocorreu o último tremor de terra da cidade, que foi notícia nacional.
Nessa foto, eu e Menina Julia de trancinhas, felizes na fila do Fondue de Chocolate e Morangos, que acabou na nossa vez de comprar...
Abaixo: Neide e Sadi, Pappys de Júlia e da Menina Amanda, que não foi junto porque é madrinha de um bebê. Aqui temos a tradição de batizar os bebês em casa, e depois se batiza na Igreja com toda a cerimônia.
Assim, Menina Amanda é Madrinha de Casa. Capisce?



Aqui a menina Júlia está de chapeuzinho.
A dona do estante fez careta, ao ver a gente experimentando coisas.
Mas a foto saiu legal...
Abaixo,pratos decorados do estante da Turquia e cristais de Istambul.





































Pulseiras e Bolsinhas Guatemaltecas.
Abaixo: Eu com vestido da Indonésia (foto torta da Menina Júlia) e a Zebrinha Heavy Metal da África.
A todos, uma excelente segunda, termino esse post trabalhando.
Beijusssssssssssss....

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Onde está Amélia? Sammy: tem Amy no meu nome...

Amélia que era mulher de verdade...
Ai, que saudades da Amy.
Como pode, mulheres leitoras do Blog, permitirem que a Amy sumisse?
Por que raios os desejos de independência feminina precisavam acabar com a Amy nossa de cada dia?
Por que, meninos do Blog, vocês permitem que o machismo deturpe a Amy, a ponto de envergonhá-los sobre o fato de que vocês amam a Amy?
Todos nós tivemos uma Amy na nossa vida. E todo mundo ama a Amy, entonces, pessoas amadas: ressucitem a Amy, por favor!!!!!
Quem disse que é vergonha gostar de limpar a casa, gostar e saber cozinhar, cuidar de crianças, cuidar do jardim, cuidar do marido, do namorado, fazer chá para servir a uma amiga e ouvir seus lamentos? Costurar um botão, fazer um bolo gostoso. Deixar roupinha do maridão arrumadinha? Quem disse que a Amy deprecia a mulher? Quem disse que a Amy não pode ser vaidosa, linda e cheirosa e trabalhar fora e fazer essas pequenas coisinhas sem jogar na cara do marido ou namorado: olha como eu me sacrifico, faço tudo sozinha...
A Amy da minha vida foi minha avó. Com ela aprendi o valor de ser Amy. De aprender crochê em palitos de fósforo. Limpar a casa e ter a cor de esmalte mais linda nas unhas impecáveis: Zazá, da Colorama.
Na escola tive formação de Amy, na sétima série, aos 13 anos, numa disciplina chamada Técnicas Domésticas: ter aulas de etiqueta, saber montar cardápios, dobrar guardanapos, puericultura - cuidados com o bebê, costuras simples, barras de calça, bainhas, cerzir. Prender botões de 1, 2 ou 4 furos. Ponto Cruz. Ponto Russo. Pintura. Trocar resistência do chuveiro. Primeiros socorros. Jardinagem. Carpintaria. Manicure e pedicure. Maquiagem. Massagem. Orçamento doméstico. Culinária... Legal que os meninos participavam igualmente. Pois deveriam ser bons maridos e nós boas esposas. A professora Laura dava nota pelo cardeno. Meu caderno era lindo. Um álbum de Amy. Tudo anotado. Tudo colado. Cada dobra de guardanapo montadinha e colada no caderno-álbum. Assim como os modelos de pontos de crochê - que eu era exemplar, pois aprendi crochê com 6 anos, nos palitos de fósforo, lembram?
Sammy achava lindo ser Amy. O pai de Sammy reclamava que a mãe de Sammy não era Amy. Ela era confusa. As vezes era outras não. A mãe de Sammy não era Amy, quando por exemplo, Sammy era Amy e cuidava da irmãzinha, arrumava a casa e só podia brincar quando tudo estivesse pronto. A mãe de Sammy aprendeu a cozinhar bem depois de casada. O pai de Sammy sabia, pois era "italiano da colônia". O pai de Sammy também ensinou que Sammy precisava ser Amy. E com muito orgulho Sammy-Amy faz hoje a polenta legítima que aprendeu com o pai. E sabe escolher e apreciar vinhos.
Com muito orgulho Sammy-Amy, aos 11 anos foi ajudar a vizinha a fazer um bolo, que a vizinha de 26 não sabia. Sammy-Amy sentiu-se uma mulher de verdade. E assim Sammy é Amy até hoje. Odeia programas de TV, mas se estão passando uma receita, ou um truque doméstico, Sammy, ou melhor a Amy, para para prestar atenção.
As pessoas as vezes criticam, mas Sammy não é a Amy do samba de Mario Lago e Ataulfo Alves. Porque aquela Amélia, não tinha a menor vaidade. E Sammy é uma Amy vaidosa. Amy que limpa a casa com salto alto e delineador. Que não usa luvas para lavar a louça, mas que aproveita o tempo de mão na água para depois de tudo, dar uma lixadinha, cortar a cúticula e pintar.
Que faz tudo rapidinho, com eficiência e eficácia, para sobrar tempo às suas coisinhas, que inclui: trabalhar, esfoliar a pele com mel, ler um bom livro, brincar com crianças. Fazer geléia de morangos e hortelã. Namorar...rsrsrsrsrs.
Sammy, como diriam os "antigos" é uma mulher para casar... (e casou mesmo, duas vezes...).
Sem essa de dizer que para ser Amy, devemos ser servis, submissas e sem estudar.
Escutem, pessoas: É possível ser Amy sem ser Neura da Limpeza. É possível ser Amy, sem ser uma mulher assexuada, que não tem tempo para o marido, que trabalhou tanto que acabaou com o tesão (mulher?!!). É possível ser Amy trabalhando fora, sim.
Para as mais "feministas", pensem em ser Amy como ter um poder. Um poder de agregar ao seu redor a família, com sua paciência de boa Amy, suas comidinhas, seus agrados, seu sorriso e seu prazer em saber que quem você ama vê a sua Amyce como ato de amor.
Ser matriarca. Ai que tudo! Adoro isso. Faz parte de minhas heranças tribais celtas. Ser a Soberana, a Sacerdotiza, a Mulher plena: mãe, irmã, amante.
Deixar a Amy aparecer é deixar a natureza feminina transbordar. Alguém (padre, no mínimo) deve ter separado a natureza feminina em: mulheres destras (Amy) e mulheres sinistras (objetos sexuais). A Maldita mania de 8 ou 80. Por isso a pobre Amy Whinehouse está desse jeito. Deixou de ser Amy, para ser Whinehouse, Cocahouse, Crackhouse - qualquer coisa Drugshouse.
Oras, eu não aceito isso. Sou Amy Vaidosa. Amy Ambidestra, literalmente.
Amy que sonhava em ser militar.
Amy como a Amelia Earhart, da foto: uma mulher de verdade, cheia de vaidade.
Acessem o link dela (no nome, viventes, sempre no nome...rsrs) e saibam mais sobre essa mulher maravilhosa que ninguém sabe onde foi parar.
Entonces: encontrem a Amy, por favor!

Beijocas da Amy, ops, Sammy, com sabor de Geléia de Morango com Hortelã, torta de chocolate e cheirinho de lírios de jardim com alecrim e amaciante de roupas!!!!



domingo, 12 de abril de 2009

Quem sou eu? Quem somos nós? - Somos quem podemos ser, sonhos que podemos ter, Aninha!

Buenas pessoas amadas da Sammy, hoje é Páscoa. Domingo de Páscoa. Nada de presentes, nada de missa, nada de miserere nobis. Pode parecer estranho, pode parecer até desrespeitoso da parte de Sammy, mas se tem algo que não gosto é dos dias que antecedem a Páscoa, não o dia da Páscoa, entenderam?
Temos o hábito de buscarmos significados exteriores que possam nos tornar pessoas melhores. E isso inclui a religião. Seus rituais. Seus significados prontos. Essa coisa de Sexta-feira Santa faz mais mal que bem as pessoas. Observei o povo nas ruas. Todos com cara de miserere nobis. Cara de pecador arrependido. Arrependido de não ter dinheiro para pagar as contas, arrependido de ter filhos sem poder sustentá-los. Arrependido de escolher a carreira em vez do amor, ou arrependido de ter escolhido criar os filhos em vez de estudar. Arrependido de não ter dito. Arrependido de ter falado demais. Arrependido de estar acompanhado. Arrependido de ter optado pela solidão. Arrependido de não ter falado aquilo importante antes do outro partir. Arrependido de estar arrependido.
É muito arrempedimento, muita culpa (mea culpa, mea maxima culpa!) muito pecado guardado. Muita coisa. E ainda a gente olha e diz: e o cara morreu por nossa culpa. Valhei-me! Se Jesus existiu como dizem, duvido que ele permitiria que a gente ficasse com a culpa ad eternum, ad infinitum.
Esse negócio de culpa, de plantar culpa nas pessoas é nojento. É matar lentamente. Perdoem-me os mais cristãos, mas essa época do ano é excelente para renovar os contratos de culpa dos viventes. Excelente para se fazer de coitadinho(a), vítima, pecador(a) arrependido, para conseguir o que se quer: manipular o lado Jesus das pessoas. Oh, veja bem, passar a Páscoa sozinha, que lástima, que horror, que coisa vazia de significado...
Minha amada avó contava de como meu avô cultivava as tradições católicas. (Como bom descendente de espanhóis). Ele jejuava todas as sextas-feiras que precediam a Páscoa, durante a Quaresma. Cultivava o silência e orava. Tentava passar isso aos filhos. (nenhum fez). Não brigava e não deixava os filhos "aprontarem". Obviamente, minha avó lembrava aos filhos que sábado era santo, mas era Aleluia, e para nós netos ela dizia: espera que amanhã eu tiro a aleluia de vocês....rsrsrsrsrsrsrsrsr
Quando me manifesto sobre a Páscoa, de longe quero deturpar seu real significado. Eu a tenho com muito respeito, embora saiba que seu significado foi redimencionado pelos cristãos, por tratar-se de uma comemoração judaica, e com adereços do amado paganismo: a fertilidade, o renascimento, as colheitas, a prosperidade, representados pelos ovos, coelhos e demais elementos da natureza.
Para Sammy ela é significado de recomeço, de ressurreição de fato. A segunda quinzena de abril sempre marca os recomeços reais de Sammy. O maior deles foi o nascimento de minha filha, prematura em 31 de março, nascida numa quarta-feira, que na Sexta-feira Santa daquele ano de 1999, num dia horrível miserere nobis, estava entre a vida e a morte, mais morte que vida. Dia nefasto, pesado, com a Sammy atravessando a via crucis, tentando descobrir o porquê.
Nesse momento a fortaleza é o que mais vale. Nesse momento se queremos de fato aceitar o que nos é ofertado pelo destino, por Deus, pelo Murphy, pelo "Acaso", devemos encarar. O que restava a Sammy?
Restava enxugar as lágrimas, ir para a CTI NeoNatal e ter uma conversa de "homem para homem" com aquela criaturinha dentro da incubadora, que conseguia se extubar sem esforço. Falar para ela que nascer não é fácil, que a vida não seria fácil. Que eu pedia perdão a ela se a fiz passar por tormentos, mas que eu a amava. E assim, a menina da incubadora escutou com 23% de saturação de O2. E assim o sábado foi de aleluia, com ela estável. Mas domingo seria Páscoa... E se era Páscoa, as pessoas ressucitam. E com esse pensamento Sammy levantou da cama do hospital, as 6 da manhã, esperando que a pequenina recussitasse. E ela estava lá: sem tubos, respirando sozinha. De fato, o milagre aconteceu. E no dia 15 de abril Sammy levou seu fagotin rosa para casa.
Entonces, eu falo isso tudo, porque esta postura de pobre diabo, de misere nobis, não tem nada a ver com Páscoa, pô!
Tem a ver com renascer, ressurgir, deixar morrer o velho, começar de novo.
Somos quem podemos ser, sonhos que podemos ter.... (Para você Aninha de Poa).
Sobre o Jantar Bruxônico:
A carne na Coca-cola, receita de um tal gourmet argentino que Bruna descobriu não sei onde, estava ótima. Torta de bolachas, vinho, música, sorrisos.
Jogamos "Stop". Sairam muitas pérolas, claro, as loiras do grupo, Jana e Cida, conseguiram escrever: cor com letra Q = Querubim (Ãããnnn?!!!!). Carro com R = CoRsa ( Rorsa???). Flor com Z = Zérbera (Cramento! Porco Zio!). E a campeã: animal com J ( Sammy escreve Jiboia, Cida e Jana surtam afirmando que : não guria, Jiboia é com G. Bruna em meio as panelas ainda reitera: suas loiras, é com J e agora de acordo com as novas regras da língua portuguesa não tem mais acento. Certo Namu????). Cida pede: tem cigarro com F? ( Sim ela fuma Free, minha gente, com a carteira do lado) Jana pede: gente, ajuda, cigarro com M? ( Sim tinha duas carteiras de Marlboro na mesa...) Risos homéricos....
Despues, Jana, Bruna, Aninha de Poa, e Sammy, dormiram, na casa de Bruna. Capotamos.
A casa, ou melhor apartamento realmente é mal assombrado. Por estranho "acaso" Jana também viu uma mulher lá parada do lado da cama, olhando ela. Aninha, Sammy e Bruna sonharam com sufocamento. Que estávamos sendo sufocadas. Acordamos sem voz, sem ar.
Bruna descobriu revistas Play Boy no banheiro do quarto do filho de 4 anos anos. Ficou indignada. (Por que, Meu Deus?).
Jana consegue ficar com a boca da Angelina Jolie, graças a um pingo de óleo quente de um bolinho de bacalhau que a sogra havia feito. (E pelo visto, Jana não esperou esfriar para comer e a sogra não escorreu o óleo... ecaaaaaaa).
Na sexta-feira eu e Bruna limpamos o ap dela, depois a minha casa. Estávamos exaustas, de tanta faxina. Mas mesmo assim saiu: sobrancelha da Menina Julia, unhas postiças, sobrancelhas da Menina Amanda, unhas de Cida, Unhas de Sammy, unhas de Bruna, no sábado unhas de Aninha de POA.
O quase ex, seilá se vai ser mesmo ex-marido de Bruna deixou o Corsa com ela com um repertório de músicas horríveis. Músicas?!?!?
Fui tentar manobrar aquilo, minhas pernas não cabiam, bati joelho, não conseguia arrumar os espelhos, parecia um carro de pigmeu. Desisti. Preciso de espaço: pernas confortáveis e sem ter que me abaixar para ver os espelhos. nem no meu antigo Fusca 1966 original azul petróleo eu ficava enlatada, pô!)
Aninha de Poa e Bruna reclamaram que eu reclamei dos modos de dirigir, no sentido, não freia tão rápido, não me joga no vidro pra fazer a curva. Ambas foram categóricas: xiiiiiii, ela deve dirigir igual ao Bonitão, ou seja, uma lesma.... (Lindo Tudo, elas falaram isso mesmo. Disseram que você deve levar 1 hora a mais para chegar em qualquer local. Eu disse que você é susse, mas elas disseram que não...Tentei defender, apelando para direção defensiva, mas Bruna argumentou que: nunca bateu o carro, apenas os outros que as vezes batem nela, e que geralmente dirigem na mesma lesmice....rsrsrsrsrs) - Contei.
Entonces, passamos a tarde de hoje Eu, Bruna e Aninha. (O Pedrinho e o pappys dele estavam em Floripa e devem estar chegando nesse momento). Fizemos coisas, pedimos conselhos umas as outras, relaxamos e querem saber? Fomos tomar chimarrão no parque deitadas embaixo das árvores. Até cochilo saiu. Levamos a Aninha para a Rodoviária, mas antes encontramos Cissa, minha prima, toda paramentada de Esporte Clube Juventude ( ela trabalha lá), o Estádio é próximo da Rodoviária. Batemos papo sobre papo, papada etc. Aninha zarpou, ou melhor, subiu no ônibus.
Na foto: Bruna, de blusa vermelha e Aninha de Rosinha. Em pose: estamos esperando o tempo passar até que seja o horário do ônibus.
Bruna me deixa em casa para esperar a família.
Cá estou eu, escrevendo o Blog.
Preparando-me para a semana. Semana cheia, claro...

Bjussss de ressurreição, abaixo os miserere nobis!!!!!!!